As temperaturas baixas da noite do dia 21 de Novembro não foram motivo para a não comparência de paroquianos e outros amigos do Frei José Luís, nomeadamente, de Caxinas, Vila do Conde, e Seixal. Onde? Nos claustros do convento dos Capuchinhos do Amial – Porto. Qual o motivo? A celebração do encerramento do oitavo centenário do Cântico das Criaturas e a inauguração de um monumento dedicado ao mesmo cântico.
A condução da celebração ficou a cargo do Frei Fernando Alberto e de alguns elementos do grupo Foco de Conversão Ecológica da Paróquia do Amial.
No final, depois de cortada a fita e de aplausos, os presentes foram convidados a aproximarem-se do monumento para ver e contemplar a obra, que, segundo o autor, Frei José Luís, a intenção foi colocar quase tudo em movimento, em concreto, a “irmã água” que circula deixando-se passar por 5 pias de granito que foram recolhidas na quinta dos Capuchinhos. Os 8 “irmãos e irmãs” do Cântico do Irmão Sol, fixados em postes de varão de aço inox, também se agitam com a ajuda do “irmão vento”.
O espaço, com cerca de 400 metros quadrados, acolhe também uma oliveira que simboliza o saudoso Papa Francisco e o que ele significou em prol da paz e justiça ecológica. Num futuro próximo, outros elementos relacionados com a introdução da Carta Encíclica Laudato Sí, tornarão o espaço ainda mais belo.