"Quem pede recebe"

 

LEITURAS:

1ª: Gn 18,20-32. Salmo 138/137,1-3.6-8. R/ Quando Vos invoco, sempre me atendeis, Senhor. 2ª: Cl 2,12-14. Evº: Lc 11,1-13. I Semana do Saltério.

 

UMA IDEIA

Eis-nos na escola da oração! O diálogo com Deus, a vida alicerçada «na amizade de Cristo» (ver Exortação Apostólica «Cristo Vive», 150- -157) é complemento essencial para responder à pergunta: «Mestre, que hei de fazer para receber como herança a vida eterna?» (ev. do XV domingo). Abraão, o “pai dos crentes”, dá-nos um exemplo de confiança e perseverança. Insiste e volta a insistir com Deus, certo de que vai ser atendido: «Se o meu Senhor não levar a mal, falarei ainda esta vez» (1ª). O salmista confirma esta convicção: «Quando Vos invoco, sempre me atendeis, Senhor» (salmo). É também o que Jesus Cristo ensina aos seus discípulos, de ontem e de hoje: Deus é «Pai», Deus é bom para com todos, «perdoou-nos todas as nossas faltas» (2ª), dá «o Espírito Santo àqueles que Lho pedem!» (evangelho). Acreditamos nisto?

 

UM SENTIMENTO

Confirmado pelo «quem pede recebe», do evangelho, Abraão mostra que «há uma forma de oração que nos incentiva particularmente a gastarmo-nos na evangelização e nos motiva a procurar o bem dos outros: é a intercessão. […] Os grandes homens e mulheres de Deus foram grandes intercessores. A intercessão é como a ‘levedação’ no seio da Santíssima Trindade. É penetrarmos no Pai e descobrirmos novas dimensões que iluminam as situações concretas e as mudam. Poderíamos dizer que o coração de Deus se deixa comover pela intercessão, mas na realidade Ele sempre nos antecipa, pelo que, com a nossa intercessão, apenas possibilitamos que [...] o seu amor e a sua lealdade se manifestem» (EG 281-283).

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