“Aclamai a Deus”

 

LEITURAS:

1ª: Dt 5,12-15. Salmo 81/80,3-4.5-6ab.6c-8a.10-11b R/ Exultai em Deus, que é o nosso auxílio. 2ª: 2 Cor 4,6-11. Evº: Mc 2,23–3,6. I Sem. Saltério

 

UMA IDEIA

O descanso é um dom de Deus! A Escritura apresenta-o como um tempo propício para o repouso. E para ser consagrado a Deus. No Antigo Testamento, é o dia de sábado: «Guarda o dia de sábado, para o santificares» (1ª). Uma determinação divina para libertar, não para escravizar: «O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado» (evangelho). Entretanto, há um acontecimento que reconfigura a história: a Ressurreição. Desde então, «do ‘sábado’ passa-se ao ‘primeiro dia depois do sábado’, do sétimo dia passa-se ao primeiro dia» (DD 18), o domingo, o «dia do Senhor», o «dia de Cristo». É o dia em que mais intensamente bilha «a luz em nossos corações, para que se conheça em todo o seu esplendor a glória de Deus» (2ª). Dia em que ressoa o convite: «Aclamai a Deus, nossa força» (salmo).

 

UM SENTIMENTO

Qual é a minha relação com o tempo? Como vivo o domingo? Para o crente, o tempo é «habitado» por Deus. Para o cristão, o domingo há de ser sempre um dia santo, «o dia que revela o sentido do tempo» (DD 75). Talvez seja necessário rever a maneira como vivemos o domingo! Precisamos de fazer do domingo, não «o ‘dia de preceito’, como se dizia antigamente, mas o dia em que tudo aquilo em que nós está atrofiado e ressequido recomeça a viver, a respirar, a expandir-se na ligeireza da liberdade» (Ermes Ronchi), o dia em que, em comunidade, exultamos em Deus.

 

UMA IMAGEM

Assembleia eucarística dominical: tempo de oração e comunhão.

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