A Custódia dos Capuchinhos da Coreia

 

Os inícios

Em janeiro de 1986, O Cardeal Stephen Kim, Arcebispo de Seul, convidou os Capuchinhos irlandeses a dirigirem-se à Coreia para estabelecer no coração da cidade de Seul uma Capela para Adoração perpétua da Santa Eucaristia e para testemunhar o nosso carisma especial do Sacramento da Reconciliação. Em 16 de julho, a bandeira dos Capuchinhos foi plantada aqui por quatro frades da Província Irlandesa. Os padres columbanos irlandeses e os franciscanos coreanos ofereceram hospitalidade para consentir aos frades estudar a língua e a cultura do lugar.

Na primavera de 1990, fundamos o nosso primeiro “convento”, um apartamento, em Seul, dedicando-o a Santa Maria dos Anjos. Entre 1990 e 2000, chegaram outros frades, e outros regressaram a casa. Digno de particular menção foi um ex-Provincial, Fr. Berard Creed (então com setenta anos), que prolongou por quase dois anos a sua visita à Coreia na ocasião do seu Jubileu de ouro, visita que deveria ter durado duas semanas! Em dezembro de 1995, atingiu-nos a tragédia! Um dos nossos mais jovens missionários na Coreia, Fr. Liam O’Dea, morreu num acidente em Seul. Tinha apenas 27 anos. Mas a sua morte não foi em vão. Nalgum lugar na Coreia, quatro pessoas vivem com os seus órgãos. Este gesto da sua família causou comoção no País, pois foi a primeira doação de órgãos feita por um estrangeiro na Coreia. Os restos mortais de Fr. Liam foram reconduzidos à Irlanda para sepultura. Em 1996, a nossa fundação como “Casa de Presença” foi elevada à categoria de “Delegação” e, enfim, a “Custódia” em 2005, por Fr. John Corriveau.

 

Coreia do Sul - A nossa realidade atual!

A Guerra da Coreia 1950-1953 foi devastadora para o País. Tecnicamente, a Guerra não acabou, e a paz é garantida por um frágil armistício e por uma zona desmilitarizada fortemente minada, que divide em duas a península nestes últimos 66 anos. Ambas as nações permanecem constantemente em alerta, por temor de um eventual conflito.

Os jovens sul-coreanos são obrigados a prestar serviço militar por 18 ou 24 meses. A Coreia do Norte é verdadeiramente um reino isolado, com um estado policial que controla a sua população com medo, má nutrição, punições brutais e ensino escasso.

O desenvolvimento económico da Coreia do Sul, por outro lado, tornou-se conhecido como o Milagre do Rio Han! O País transformou-se de uma nação isolada num reino de Internet. A onda coreana de sucesso social e económico tornou a Coreia um marco global para automóveis, navios, tecnologia, engenharia elétrica, material elétrico, TV, computadores, smartphones, desporto e entretenimento. Os coreanos possuem um grande espírito de generosidade, voluntariado e celebração da vida familiar. Com efeito, a resiliência da Coreia em superar as adversidades (especialmente durante a crise do FMI na Ásia no fim dos anos 1990), em grande parte é atribuída à sua capacidade cultural de trabalhar como grupo/comunidade.

Também a Igreja Católica tem uma notável influência na sociedade coreana. A Igreja Católica coreana é única, dado que a fé foi introduzida pelos nativos coreanos, que estudaram teologia no exterior, não por missionários. As violentas perseguições e martírio do século XIX tornaram-se a semente de um enorme crescimento para a Igreja Católica. Aquela fé sustentou o povo durante a ocupação japonesa de 1910 a 1945. Mas o regime ditatorial dos governos do pós-guerra na reconstrução da nova economia forçou a Igreja Católica a levantar a voz em apoio aos movimentos democráticos dos anos 1980, que foram brutalmente reprimidos. A voz da Igreja em favor da justiça, dos direitos humanos, dos pobres, sob a corajosa guia do Cardeal Stephen Kim, ganhou grande respeito por parte de todos e inspirou muitas “conversões”. A Igreja continua a ser uma tal voz, sobretudo hoje, para o Evangelho da Vida.

De uma população de cerca de 50 milhões, cerca de 5 milhões são católicos, cerca de 7 milhões os pertencentes a confissões cristãs, 15/20 milhões os budistas, e o restante não professa nenhuma religião.

Contudo, o governo e as organizações culturais da nação baseiam-se em princípios confucionistas. Todos os anos, centenas de coreanos são catequizados (não evangelizados) e batizados, mas muitos logo se afastam. E muitos católicos recorrem ainda às práticas seculares do xamanismo e da busca da sorte para dar “respostas” aos problemas e aos sonhos da vida. Também as vocações estão em declínio, por causa do crescente materialismo e secularismo.

O “excessivo senso de competição” da Coreia está a destruir os matrimónios, a vida familiar e a educação infantil. As condições de trabalho e os salários injustos, as dívidas financeiras, o aumento do desemprego juvenil, a corrupção política, a exploração académica, a estigmatização dos fracassos, o stress ou a depressão, estão na base de um grande número de divórcios e episódios de bullying. O número de suicídios está entre os mais altos do mundo, também entre os idosos. E a Coreia está a envelhecer rapidamente. Até 2050, será o país mais velho do mundo, com a menor taxa de natalidade e o mais alto número de abortos per capita. Consequentemente, milhões de mulheres e homens sofrem em silêncio a dor psicológica, emocional e espiritual do aborto. Ainda assim, no profundo do seu coração, as pessoas sabem que falta algo. Estão em busca de paz, esperança, cura, significado, um motivo para viver. Esta, enfim, é a realidade atual, que somos chamados a evangelizar, nós, Frades Capuchinhos, com os carismas da fraternidade, hospitalidade, simplicidade...

Abaixo, segue o perfil da nossa atual situação dentro desta realidade:

 

Estatística

Atualmente, temos quatro conventos (ver o mapa abaixo):

20191010 capuchinhos coreia mapa

  1. Casa Mãe (Seul): residência do Custódio, da comunidade regular (6 irmãos), cinco professos temporários, dos quais 1 seminarista;
  2. Postulantado (Seul): casa alugada (março de 2018 a 2020). Frades professos perpétuos (2), Postulantes (2);
  3. Noviciado (Gapyeong): Professos perpétuos (2), noviço (0);
  4. Casa de “Formação especial” para o sacerdócio (Incheon): Professos perpétuos (3), dos quais 1 seminarista.

Total: 13 Professos perpétuos (6 sacerdotes – 5 coreanos, 1 irlandês); 5 professos temporários; 0 noviços, 2 postulantes.

Vida fraterna - Sem grandes conventos onde se esconder, viver em pequenas fraternidades é uma verdadeira prova de fé e de formação do caráter. Os conflitos são inevitáveis, sobretudo por questões de clericalismo e de individualismo. E estamos atentos à influência invasiva do materialismo e da tecnologia que impregna cada camada da sociedade coreana.

Vocações - Os primeiros postulantes chegaram em 1993. Em maio de 1999, dois deles fizeram a sua Profissão perpétua e celebrarão o seu Jubileu de prata no próximo mês de janeiro de 2020. Em 1996, adquirimos terrenos no centro de Seul para construir o nosso primeiro convento, que foi concluído em junho de 1997 e dedicado a Santa Maria dos Anjos. Em 1998, os apartamentos alugados em Gapyeong, Diocese de Chuncheon, serviram como noviciado até à construção de um noviciado permanente em outubro de 2000, dedicado a São Félix de Cantalício. No mesmo ano, adquirimos uma casa (anteriormente restaurante e casa de família) na Diocese de Incheon, para a formação especial para o sacerdócio, dedicando-a a São Lourenço de Bríndisi.

A Custódia celebra um dia vocacional por mês na nossa casa de Seul. A maior parte dos pedidos chega através do nosso site, www.capuchin.kr, outros, por contato pessoal. A Custódia não aceita os candidatos enquanto não tiverem completado o serviço militar obrigatório de 18 ou 24 meses. As vocações sempre foram poucas, mas constantes, apesar de diversas saídas no decurso dos anos.

Ministérios/Apostolados - Muitos ministérios e apostolados em cada Diocese são severamente regulados pelas autoridades da Igreja. Portanto, os nossos esforços estão limitados à colaboração com outros grupos de serviços religiosos e sociais, por exemplo, cuidar dos sem-abrigo e dos idosos, dos doentes, custeando a educação dos estudantes pobres. Os apostolados e ministérios tradicionais da Custódia estão concentrados nos conventos e nas localidades de Seul: Missa pública diária, confissões, assistência pastoral às paróquias e aos conventos e às bases militares locais, além de retiros diurnos.

Buscar trabalho em tempo parcial - Foi uma resolução do nosso Capítulo de 2017. Esta iniciativa foi a resposta da Custódia ao pedido do ex-Ministro Geral Fr. Mauro Jöhri, a fim de que as circunscrições sejam mais autossuficientes. Um frade obtém um trabalho a meio tempo como motorista numa companhia de correios, por cerca de 3 meses, trabalhando 5 horas ao dia, 5 dias por semana. Também se qualificou e obteve um emprego temporário como barman, bem como certificados na produção de cerveja e na construção de edifícios de base. A iniciativa recebeu comentários positivos de outras ordens religiosas coreanas.

Colaboração dentro da PACC - No decurso dos anos, muitos dos nossos Irmãos tiveram a graça de experimentar o rosto global da Ordem, visitando várias circunscrições por ministérios, apostolados e formações especiais, como Irlanda, Índia, Filipinas, Tailândia, Indonésia, Guam. De particular interesse é a Missão Médica dos Capuchinhos (CMM), nas Filipinas, que fornece alimento, medicamentos e tratamento aos pobres e às tribos indígenas e privadas de documentos, que vivem em regiões montanhosas isoladas, frequentemente acessíveis somente a pé.

 

Ligações:

Galeria de fotos da Coreia do Sul

Entrevista ao Custódio da Coreia - Fr. Lawrence A.D. 2017

A Custódia dos Capuchinhos da Coreia

A Custódia dos Capuchinhos da Coreia

 

Os inícios

Em janeiro de 1986, O Cardeal Stephen Kim, Arcebispo de Seul, convidou os Capuchinhos irlandeses a dirigirem-se à Coreia para estabelecer no coração da cidade de Seul uma Capela para Adoração perpétua da Santa Eucaristia e para testemunhar o nosso carisma especial do Sacramento da Reconciliação. Em 16 de julho, a bandeira dos Capuchinhos foi plantada aqui por quatro frades da Província Irlandesa. Os padres columbanos irlandeses e os franciscanos coreanos ofereceram hospitalidade para consentir aos frades estudar a língua e a cultura do lugar.

Na primavera de 1990, fundamos o nosso primeiro “convento”, um apartamento, em Seul, dedicando-o a Santa Maria dos Anjos. Entre 1990 e 2000, chegaram outros frades, e outros regressaram a casa. Digno de particular menção foi um ex-Provincial, Fr. Berard Creed (então com setenta anos), que prolongou por quase dois anos a sua visita à Coreia na ocasião do seu Jubileu de ouro, visita que deveria ter durado duas semanas! Em dezembro de 1995, atingiu-nos a tragédia! Um dos nossos mais jovens missionários na Coreia, Fr. Liam O’Dea, morreu num acidente em Seul. Tinha apenas 27 anos. Mas a sua morte não foi em vão. Nalgum lugar na Coreia, quatro pessoas vivem com os seus órgãos. Este gesto da sua família causou comoção no País, pois foi a primeira doação de órgãos feita por um estrangeiro na Coreia. Os restos mortais de Fr. Liam foram reconduzidos à Irlanda para sepultura. Em 1996, a nossa fundação como “Casa de Presença” foi elevada à categoria de “Delegação” e, enfim, a “Custódia” em 2005, por Fr. John Corriveau.

 

Coreia do Sul - A nossa realidade atual!

A Guerra da Coreia 1950-1953 foi devastadora para o País. Tecnicamente, a Guerra não acabou, e a paz é garantida por um frágil armistício e por uma zona desmilitarizada fortemente minada, que divide em duas a península nestes últimos 66 anos. Ambas as nações permanecem constantemente em alerta, por temor de um eventual conflito.

Os jovens sul-coreanos são obrigados a prestar serviço militar por 18 ou 24 meses. A Coreia do Norte é verdadeiramente um reino isolado, com um estado policial que controla a sua população com medo, má nutrição, punições brutais e ensino escasso.

O desenvolvimento económico da Coreia do Sul, por outro lado, tornou-se conhecido como o Milagre do Rio Han! O País transformou-se de uma nação isolada num reino de Internet. A onda coreana de sucesso social e económico tornou a Coreia um marco global para automóveis, navios, tecnologia, engenharia elétrica, material elétrico, TV, computadores, smartphones, desporto e entretenimento. Os coreanos possuem um grande espírito de generosidade, voluntariado e celebração da vida familiar. Com efeito, a resiliência da Coreia em superar as adversidades (especialmente durante a crise do FMI na Ásia no fim dos anos 1990), em grande parte é atribuída à sua capacidade cultural de trabalhar como grupo/comunidade.

Também a Igreja Católica tem uma notável influência na sociedade coreana. A Igreja Católica coreana é única, dado que a fé foi introduzida pelos nativos coreanos, que estudaram teologia no exterior, não por missionários. As violentas perseguições e martírio do século XIX tornaram-se a semente de um enorme crescimento para a Igreja Católica. Aquela fé sustentou o povo durante a ocupação japonesa de 1910 a 1945. Mas o regime ditatorial dos governos do pós-guerra na reconstrução da nova economia forçou a Igreja Católica a levantar a voz em apoio aos movimentos democráticos dos anos 1980, que foram brutalmente reprimidos. A voz da Igreja em favor da justiça, dos direitos humanos, dos pobres, sob a corajosa guia do Cardeal Stephen Kim, ganhou grande respeito por parte de todos e inspirou muitas “conversões”. A Igreja continua a ser uma tal voz, sobretudo hoje, para o Evangelho da Vida.

De uma população de cerca de 50 milhões, cerca de 5 milhões são católicos, cerca de 7 milhões os pertencentes a confissões cristãs, 15/20 milhões os budistas, e o restante não professa nenhuma religião.

Contudo, o governo e as organizações culturais da nação baseiam-se em princípios confucionistas. Todos os anos, centenas de coreanos são catequizados (não evangelizados) e batizados, mas muitos logo se afastam. E muitos católicos recorrem ainda às práticas seculares do xamanismo e da busca da sorte para dar “respostas” aos problemas e aos sonhos da vida. Também as vocações estão em declínio, por causa do crescente materialismo e secularismo.

O “excessivo senso de competição” da Coreia está a destruir os matrimónios, a vida familiar e a educação infantil. As condições de trabalho e os salários injustos, as dívidas financeiras, o aumento do desemprego juvenil, a corrupção política, a exploração académica, a estigmatização dos fracassos, o stress ou a depressão, estão na base de um grande número de divórcios e episódios de bullying. O número de suicídios está entre os mais altos do mundo, também entre os idosos. E a Coreia está a envelhecer rapidamente. Até 2050, será o país mais velho do mundo, com a menor taxa de natalidade e o mais alto número de abortos per capita. Consequentemente, milhões de mulheres e homens sofrem em silêncio a dor psicológica, emocional e espiritual do aborto. Ainda assim, no profundo do seu coração, as pessoas sabem que falta algo. Estão em busca de paz, esperança, cura, significado, um motivo para viver. Esta, enfim, é a realidade atual, que somos chamados a evangelizar, nós, Frades Capuchinhos, com os carismas da fraternidade, hospitalidade, simplicidade...

Abaixo, segue o perfil da nossa atual situação dentro desta realidade:

 

Estatística

Atualmente, temos quatro conventos (ver o mapa abaixo):

20191010 capuchinhos coreia mapa

  1. Casa Mãe (Seul): residência do Custódio, da comunidade regular (6 irmãos), cinco professos temporários, dos quais 1 seminarista;
  2. Postulantado (Seul): casa alugada (março de 2018 a 2020). Frades professos perpétuos (2), Postulantes (2);
  3. Noviciado (Gapyeong): Professos perpétuos (2), noviço (0);
  4. Casa de “Formação especial” para o sacerdócio (Incheon): Professos perpétuos (3), dos quais 1 seminarista.

Total: 13 Professos perpétuos (6 sacerdotes – 5 coreanos, 1 irlandês); 5 professos temporários; 0 noviços, 2 postulantes.

Vida fraterna - Sem grandes conventos onde se esconder, viver em pequenas fraternidades é uma verdadeira prova de fé e de formação do caráter. Os conflitos são inevitáveis, sobretudo por questões de clericalismo e de individualismo. E estamos atentos à influência invasiva do materialismo e da tecnologia que impregna cada camada da sociedade coreana.

Vocações - Os primeiros postulantes chegaram em 1993. Em maio de 1999, dois deles fizeram a sua Profissão perpétua e celebrarão o seu Jubileu de prata no próximo mês de janeiro de 2020. Em 1996, adquirimos terrenos no centro de Seul para construir o nosso primeiro convento, que foi concluído em junho de 1997 e dedicado a Santa Maria dos Anjos. Em 1998, os apartamentos alugados em Gapyeong, Diocese de Chuncheon, serviram como noviciado até à construção de um noviciado permanente em outubro de 2000, dedicado a São Félix de Cantalício. No mesmo ano, adquirimos uma casa (anteriormente restaurante e casa de família) na Diocese de Incheon, para a formação especial para o sacerdócio, dedicando-a a São Lourenço de Bríndisi.

A Custódia celebra um dia vocacional por mês na nossa casa de Seul. A maior parte dos pedidos chega através do nosso site, www.capuchin.kr, outros, por contato pessoal. A Custódia não aceita os candidatos enquanto não tiverem completado o serviço militar obrigatório de 18 ou 24 meses. As vocações sempre foram poucas, mas constantes, apesar de diversas saídas no decurso dos anos.

Ministérios/Apostolados - Muitos ministérios e apostolados em cada Diocese são severamente regulados pelas autoridades da Igreja. Portanto, os nossos esforços estão limitados à colaboração com outros grupos de serviços religiosos e sociais, por exemplo, cuidar dos sem-abrigo e dos idosos, dos doentes, custeando a educação dos estudantes pobres. Os apostolados e ministérios tradicionais da Custódia estão concentrados nos conventos e nas localidades de Seul: Missa pública diária, confissões, assistência pastoral às paróquias e aos conventos e às bases militares locais, além de retiros diurnos.

Buscar trabalho em tempo parcial - Foi uma resolução do nosso Capítulo de 2017. Esta iniciativa foi a resposta da Custódia ao pedido do ex-Ministro Geral Fr. Mauro Jöhri, a fim de que as circunscrições sejam mais autossuficientes. Um frade obtém um trabalho a meio tempo como motorista numa companhia de correios, por cerca de 3 meses, trabalhando 5 horas ao dia, 5 dias por semana. Também se qualificou e obteve um emprego temporário como barman, bem como certificados na produção de cerveja e na construção de edifícios de base. A iniciativa recebeu comentários positivos de outras ordens religiosas coreanas.

Colaboração dentro da PACC - No decurso dos anos, muitos dos nossos Irmãos tiveram a graça de experimentar o rosto global da Ordem, visitando várias circunscrições por ministérios, apostolados e formações especiais, como Irlanda, Índia, Filipinas, Tailândia, Indonésia, Guam. De particular interesse é a Missão Médica dos Capuchinhos (CMM), nas Filipinas, que fornece alimento, medicamentos e tratamento aos pobres e às tribos indígenas e privadas de documentos, que vivem em regiões montanhosas isoladas, frequentemente acessíveis somente a pé.

 

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Entrevista ao Custódio da Coreia - Fr. Lawrence A.D. 2017

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