Os Capuchinhos quase dois anos após o terramoto

A 24 de agosto de 2016, às primeiras horas da manhã, na Itália central, mais precisamente no território da Diocese de Rieti, um violento terremoto destruiu completamente a cidade de Amatrice e os vilarejos ao redor. No dia seguinte, os frades capuchinhos da comunidade vizinha de Leonissa tomaram a decisão de ajudar as vítimas do terremoto, que perderam tudo num instante: a família, os vizinhos, as casas… Os frades não só apoiaram as pessoas espiritualmente, mas decidiram, respondendo ao apelo do bispo, viver nas estruturas provisórias com o povo após o terremoto.

A este apelo, respondeu imediatamente a Província do Lácio, à qual se uniu também a Conferência dos Capuchinhos Italianos. Deste modo, os frades decidiram permanecer por dois anos neste lugar com as pessoas vitimadas pelo terremoto, vivendo inicialmente nos acampamentos e, em seguida, nas estruturas provisórias. Além do serviço pastoral, com a celebração dos sacramentos e funerais, os frades também se comprometeram com a ajuda material, trabalhando com as próprias mãos. Estes grupos de frades mudam a cada mês. A comunidade capuchinha local conta sempre com 2 a 5 frades.

Queremos convida-lo a ver a reportagem, que mostra um pouco dessa presença.

 

Os Capuchinhos quase dois anos após o terramoto

Os Capuchinhos quase dois anos após o terramoto

A 24 de agosto de 2016, às primeiras horas da manhã, na Itália central, mais precisamente no território da Diocese de Rieti, um violento terremoto destruiu completamente a cidade de Amatrice e os vilarejos ao redor. No dia seguinte, os frades capuchinhos da comunidade vizinha de Leonissa tomaram a decisão de ajudar as vítimas do terremoto, que perderam tudo num instante: a família, os vizinhos, as casas… Os frades não só apoiaram as pessoas espiritualmente, mas decidiram, respondendo ao apelo do bispo, viver nas estruturas provisórias com o povo após o terremoto.

A este apelo, respondeu imediatamente a Província do Lácio, à qual se uniu também a Conferência dos Capuchinhos Italianos. Deste modo, os frades decidiram permanecer por dois anos neste lugar com as pessoas vitimadas pelo terremoto, vivendo inicialmente nos acampamentos e, em seguida, nas estruturas provisórias. Além do serviço pastoral, com a celebração dos sacramentos e funerais, os frades também se comprometeram com a ajuda material, trabalhando com as próprias mãos. Estes grupos de frades mudam a cada mês. A comunidade capuchinha local conta sempre com 2 a 5 frades.

Queremos convida-lo a ver a reportagem, que mostra um pouco dessa presença.