2 Rs 23

Da wiki Biblia Online
Ir para: navegação, pesquisa

Leitura da lei e reforma re­­li­­giosa (2 Cr 34,29-33) – 1O rei mandou vir à sua presença todos os anciãos de Judá e de Jeru­salém, 2e subiu ao templo do Senhor com todos os homens de Judá e todos os habitantes de Jerusalém, sacerdo­tes, profetas e todo o povo, pequenos e grandes. Leu, então, diante de todos, as palavras do Livro da Aliança, des­coberto no templo do Senhor.


Reforma religiosa em Judá (2 Cr 34,3-5) – 3Pondo-se de pé sobre o es­trado, o rei renovou a aliança na pre­sença do Senhor, comprome­tendo-se a seguir o Senhor, a obser­var os seus mandamentos, as suas instru­ções e os seus preceitos, com todo o seu coração e com toda a sua alma, e a cumprir todas as palavras da aliança contidas neste livro. Todo o povo concordou com esta aliança. 4O rei ordenou, depois, ao Sumo Sacerdote Hilquias, aos sacer­dotes de segunda ordem e aos por­teiros, que tirassem do templo do Senhor todos os objectos fabricados para o culto de Baal, de Achera e de todo o exército dos céus; mandou-os quei­mar fora de Jerusalém, no vale de Cédron e levar as cinzas para Betel.

5Destituiu os falsos sacerdo­tes, pos­tos pelos reis de Judá a fim de ofere­cerem o incenso nos lugares altos, nas cidades de Judá e nos ar­re­dores de Jerusalém, e também os sacerdo­tes que ofereciam o incenso a Baal, ao Sol, à Lua, aos signos do zodíaco e a todo o exército dos céus. 6Mandou tirar do templo do Senhor o tronco de Achera e levá-lo para fora de Je­ru­salém, para o vale de Cédron, onde o queimaram. Depois, mandou lançar a sua cinza no se­pul­cro comum do povo. 7Destruiu os lugares de pros­tituição idolátrica do templo do Se­nhor, onde as mu­lheres teciam véus para Achera.

8Convocou todos os sacerdotes das cidades de Judá, profanou os luga­res altos onde os sacerdotes quei­mavam o incenso, desde Gueba até Ber­cheba, e destruiu o lugar alto das portas, à entrada da casa de Josué, prefeito da cidade, que fi­cava à esquerda da porta da cidade. 9Contudo, os sacer­dotes dos lugares altos não subiam ao altar do Senhor em Jerusalém, mas comiam os pães ázimos junto com os seus irmãos. 10Profanou tam­bém o crematório, no vale do filho de Hinom, a fim de que ninguém fi­zesse passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha em honra de Moloc.

11Fez desaparecer também os cavalos que os reis de Judá ti­nham dedicado ao Sol, à entrada do tem­plo do Senhor, junto da casa do eunuco Natan-Mé­lec, nas depen­dên­cias, e quei­mou o carro do sol. 12O rei der­ru­bou os alta­res construí­dos pelos reis de Judá no terraço da resi­dên­cia de Acaz, e os que Ma­nas­sés eri­gira nos dois átrios do templo do Se­nhor; que­brou-os e lançou o entulho na torrente do Cédron. 13O rei pro­fanou igual­mente os lugares altos situados em frente de Jerusa­lém, à direita do monte da Perdição; Salo­mão, rei de Israel, er­guera-os em honra de Astarté, ídolo abominável dos sidónios, e de Ca­mós, ídolo abo­minável dos amonitas. 14Que­brou as estátuas, cortou os troncos sagra­dos e encheu o lugar de ossos huma­nos.


Reforma religiosa em Israel (2 Cr 34,3-7) – 15Destruiu, igualmente, o altar de Betel e o lugar alto que edificara Jeroboão, filho de Nabat, que fizera pecar Israel. Destruiu-os, queimou e reduziu a cinzas o lugar alto, incen­­diando igualmente o tronco de Achera.

16Josias, viu em torno de si os se­pulcros que havia na colina; man­dou tirar os ossos dos sepulcros e quei­mou-os no altar, profanando-o, se­gundo a palavra que o Senhor pro­nunciara pelo homem de Deus que anunciou estas coisas. 17E o rei perguntou: «Que monumento é esse que vejo?» Os habitantes da cidade responderam-lhe: «É o sepulcro do homem de Deus, que veio de Judá, e anunciou tudo o que fizeste ao altar de Betel.» 18Então, o rei disse: «Dei­xai em paz os seus ossos.» E os seus ossos fica­ram intactos, juntamente com os ossos do profeta que viera da Samaria.

19Josias destruiu, assim, to­­dos os san­tuários dos lugares altos, que se en­contravam nas cidades da Sama­ria, e que os reis de Israel erigiram para irritar o Senhor. Fez deles o que ti­nha feito do altar de Betel. 20Todos os sacerdotes dos lugares altos que ali havia, sacrifi­cou-os so­bre os alta­res, e queimou ossos hu­manos sobre eles. Depois voltou para Jerusalém.


Celebração da Páscoa (2 Cr 35,1-19) 21O rei ordenou a todo o povo: «Ce­le­brareis a Páscoa em honra do Se­nhor, vosso Deus, segundo as prescri­ções deste Livro da Aliança.» 22Jamais se celebrou Páscoa como aquela, desde a época dos juízes que governaram Israel, nem no tempo dos reis de Is­rael e de Judá. 23Uma tal Páscoa em honra do Senhor, em Jerusa­lém, ape­nas foi celebrada no décimo oitavo ano do reinado de Josias.

24Josias acabou também com os necromantes, os adivinhos, os tera­fins, os ídolos e as abominações, que se viam na terra de Judá e em Jeru­salém, pois queria obedecer às pres­crições da lei, escritas no livro que o sacerdote Hilquias descobriu no tem­­plo do Senhor. 25Antes de Josias, nun­ca houve um rei que se conver­tesse como ele ao Senhor, com todo o seu coração, com toda a sua alma e com todas as suas forças, seguindo em tudo a lei de Moisés; e, depois dele, não houve outro semelhante.

26Contudo, por causa dos crimes com que Manassés o irritara, o Se­nhor não abrandou a violência do seu furor contra Judá. 27O Senhor dissera: «Expulsarei também Judá da minha presença, como rejeitei Is­rael; rejeitei esta cidade de Jerusa­lém que escolhi e o templo do qual Eu disse: ‘Aqui residirá o meu nome.’»


Fim da história de Josias (2 Cr 35,20-27) – 28O resto da história de Josias e tudo o que ele fez está tudo escrito no Livro dos Anais dos Reis de Judá.

29Durante o seu reinado, o fa­raó Necao, rei do Egipto, pôs-se em mar­cha contra o rei da Assíria, na direc­ção do Eufrates. O rei Josias saiu-lhe ao encontro, mas foi morto pelo Faraó em Meguido, logo no pri­meiro combate. 30Os seus servos levaram o seu cadáver num carro, de Me­gui­do para Jerusalém, e sepul­­taram-no no seu túmulo. O povo ele­geu então Joacaz, filho de Josias, que foi un­gido e aclamado rei, em lugar de seu pai.


Reis vassalos da Babilónia (609-587) (2 Cr 36,1-23)


Joacaz, rei de Judá (609) (2 Cr 36,1-4) 31Joa­caz tinha trinta e três anos, quando começou a reinar, e reinou três meses em Jerusalém. Sua mãe chamava-se Hamital, filha de Jere­mias, natural de Libna. 32Ele fez o mal diante do Senhor, como seus pais.

33O faraó Necao prendeu-o em Ribla, na terra de Hamat, de modo que não reinou mais em Jerusalém, e impôs ao país uma contribuição de cem talentos de prata e um talento de ouro. 34O faraó Necao colocou Eliaquim, filho de Josias, no trono, em lugar de seu pai Josias, e mu­dou-lhe o nome para Joaquim. Joa­caz foi levado para o Egipto, onde morreu. 35Joaquim deu ao Faraó a prata e o ouro exigidos mas, para fornecer o peso estipulado, impôs ao povo um tri­buto, fixando a quantia que cada um devia pagar, a fim de dar essa con­tri­buição de ouro e prata ao faraó Necao.


Joaquim, rei de Judá (609-598) (2 Cr 36,5-8) – 36Joaquim tinha vinte e cinco anos quando começou a reinar, e rei­nou onze anos em Jeru­salém. Sua mãe chamava-se Zebida, filha de Pe­daías, natural de Rumá. 37Fez o mal aos olhos do Se­nhor, como fizeram seus pais.



Capítulos

2 Rs 1 2 Rs 2 2 Rs 3 2 Rs 4 2 Rs 5 2 Rs 6 2 Rs 7 2 Rs 8 2 Rs 9 2 Rs 10 2 Rs 11 2 Rs 12 2 Rs 13 2 Rs 14 2 Rs 15 2 Rs 16 2 Rs 17 2 Rs 18 2 Rs 19 2 Rs 20 2 Rs 21 2 Rs 22 2 Rs 23 2 Rs 24 2 Rs 25