Capuchinhos

Missionários da Misericórdia

 frei Manuel Arantes da Silva, frei Miguel Pinto Grilo, frei Luís Gonçalves e frei Maximilianus Béber 

No dia 10 de fevereiro de 2106, inicio da Quaresma deste Ano Jubilar, o Papa Francisco enviou 1071 «missionários da misericórdia», propondo-lhes, como exemplo, os santos capuchinhos Pio de Pietrelcina e Leopoldo Mandic, cujos corpos estiveram em Roma, de 5 a 11 deste mês. Foram dois santos que que passavam horas infidáveis no confessionário, como dispensadores da misericórdia do Pai. São Leopoldo dizia, com alguma graça: «Se no céu Deus me acusar de ter sido demasiado misericordioso, direi que a culpa é d’Ele, pois foi d’Ele que tirei o exemplo».

 

Entre estes missionários enviados pelo Papa estavam os capuchinhos portugueses frei Manuel Arantes da Silva, frei Luís Gonçalves, frei Miguel Pinto Grilo e frei Maximilianus Béber, este último capuchinho da Província de Pontianak, Indonésia, que desde 2010 oferece a sua preciosa e dedicada colaboração à presença missionária que a Província Portuguesa dos Capuchinhos iniciou em Timor no ano de 2003.

 

Estes missionários, segundo o que o próprio Papa quis e escreveu, serão um sinal da solicitude materna da Igreja pelo povo de Deus; serão sacerdotes a quem deu autoridade de perdoar mesmo os pecados reservados à Sé Apostólica, para que se torne evidente a amplitude do seu mandato; serão sobretudo sinal vivo de como o Pai acolhe a todos aqueles que andam à procura do seu perdão; serão missionários da misericórdia, porque se farão, junto de todos, artífices dum encontro cheio de humanidade, fonte de libertação, rico de responsabilidade para superar os obstáculos e retomar a vida nova do Baptismo (cf. MV 18).